Ibovespa fecha em alta de 1,3% com pesquisa eleitoral e operação contra o crime
Ibovespa avança com apoio de pesquisas eleitorais e operações contra crime organizado, enquanto o dólar se desvaloriza. Ações de consumo e grandes empresas impulsionam o índice, que alcança o maior fechamento desde julho.
Ibovespa avança pelo segundo dia consecutivo, subindo 1,32% e fechando a 141.049 pontos, maior patamar desde 4 de julho.
O dólar encerrou o dia em R$ 5,41, com queda de 0,16%.
As ações do índice subiram totalizando ganhos, com exceção de apenas cinco papéis. Destaques positivos incluem:
- Petrobras (PETR3; PETR4)
- Vale (VALE3)
- Itaú Unibanco (ITUB4) subindo 2,08%
- B3 (B3SA3) com alta de 2,84%
Uma pesquisa da AtlasIntel mostrou Luiz Inácio Lula da Silva com 48,4% contra 46,6% de Tarcísio de Freitas num hipotético segundo turno em 2026. A aprovação de Lula caiu para 48%, enquanto a desaprovação subiu para 51%.
Lula declarou que não será candidato se não estiver bem de saúde e que a eleição deve ser polarizada.
Ações do setor de consumo também apresentaram ganhos, com destaque para:
- Magazine Luiza (MGLU3) +9,19%
- Localiza (RENT3) +1,97%
As operações da Polícia Federal contra o crime organizado influenciaram positivamente as ações de distribuição de combustíveis, destacando-se:
- Vibra (VBBR3) +4,97%
- Raízen (RAIZ4) +2,83%
- Ultrapar (UGPA3) +8,08%
No setor negativo, ações como Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) e BRF (BRFS3) apresentaram perdas.
Nos EUA, os índices de Nova York também avançaram devido a dados econômicos positivos, com destaque para:
- S&P 500 +0,32%
- Nasdaq Composite +0,53%
- Dow Jones +0,16%
O PIB dos EUA cresceu a uma taxa anualizada de 3,3% no segundo trimestre, superando as expectativas.