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Ibovespa nos 150 mil pontos? Bolsa dispara e acumula 17% de alta em 2025

Ibovespa atinge novo recorde histórico, impulsionado por setores financeiro e de combustíveis. Expectativas de cortes de juros e otimismo nos mercados americanos sustentam movimento comprador, mas cautela é necessária devido à sobrecompra.

Ibovespa encerra a quinta-feira em forte alta de 1,32%, alcançando 141.041 pontos. O índice superou pela primeira vez 142 mil pontos (máxima intradiária de 142.138 pontos), renovando seu topo histórico.

O avanço foi impulsionado pelo setor financeiro e companhias de combustíveis, como Ultrapar (UGPA3), Vibra (VBBR3) e Raízen (RAIZ4), devido a uma megaoperação contra o crime organizado.

A expectativa de cortes de juros nos EUA e no Brasil, além de uma boa receptividade às pesquisas eleitorais para 2026, aumentaram o apetite por risco.

O índice acumula alta de 6,00% em agosto e 17,26% em 2025, continuando uma trajetória positiva desde o suporte em 131.550 pontos.

A renovação do topo histórico indica um fluxo comprador robusto, mas os indicadores se aproximam da zona de sobrecompra, sugerindo cautela e possíveis ajustes. A tendência permanece positiva, porém exige superação de novas resistências.

No gráfico diário, o Ibovespa continua altista, sustentado por fluxo comprador, e superou resistências no caminho para os próximos objetivos de 143.995/144.800 pontos e 145.615 pontos.

Se o mercado perder força, os suportes imediatos estão em 140.380/139.200 pontos. Abaixo disso, os alvos longos incluem 137.900/137.058 pontos, podendo retornar a 133.875 e 131.550 pontos.

No gráfico semanal, o índice busca a quarta semana consecutiva de alta, com tendência positiva. O IFR em 63,07 indica que o rali pode precisar de um respiro. Uma superação definitiva do topo de 142.138 pontos pode abrir caminho para 143.980 pontos e além.

Para reversão, o índice precisaria romper 137.970/137.058 pontos, buscando suportes em 133.875/131.550 pontos.

Para mais análises, consulte o conteúdo do IM Trader. O InfoMoney publica regularmente previsões sobre minicontratos de dólar e índice.

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