Ibovespa recupera linha dos 138 mil pontos, no maior nível desde 8 de julho
Ibovespa alcança maior fechamento desde julho, impulsionado por sinais de cortes nos juros nos EUA. Expectativa de novos dados econômicos e impactos nas projeções de inflação influenciam a cautela no mercado.
Ibovespa atinge maior fechamento desde julho
No dia 25 de setembro, o Ibovespa fechou em alta, alcançando 138.025,17 pontos, marcando um leve ganho de 0,04%. O índice variou entre 137.970,63 e 138.890,17 pontos ao longo da sessão.
O volume financeiro foi de R$ 15,0 bilhões, refletindo cautela no pregão, com poucas novidades além do boletim Focus, que ajustou as projeções de mercado.
A alta foi influenciada por declarações do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, indicando potencial para cortes de juros nos EUA, o que elevou as expectativas de redução já em setembro.
Embora os juros de longo prazo nos EUA permaneçam firmes, isso reflete preocupações inflacionárias. Na B3, os resultados foram mistos: BBAS3 caiu 2,20% e ITUB4 0,51%, enquanto ações como PCAR3 e MGLU3 destacaram-se com altas de 8,98% e 3,19%, respectivamente.
Setor financeiro mostrou realização de lucros, enquanto o volume de negociações foi baixo, evidenciando cautela do mercado. A expectativa é voltada para os próximos dados econômicos, incluindo o IPCA-15.
Analistas afirmam que o corte da Selic está em pauta, especialmente se acompanharmos a redução de juros nos EUA e tivermos estabilidade fiscal interna. O IPCA-15 de agosto, a ser apresentado na terça-feira, será crucial para direcionar o mercado.