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Incêndios florestais recordes queimaram mais de 1 milhão de hectares de terras da UE este ano

Incêndios na Europa superam recordes anteriores, devastando áreas históricas. A situação se agrava com a mudança climática, impactando severamente o meio ambiente e a saúde pública.

Incêndios florestais na União Europeia devastaram mais de 1 milhão de hectares em 2023, a maior área queimada desde o início dos registros em 2006.

Até terça-feira, 1.028.000 hectares foram consumidos por incêndios, superando o recorde de 2017, que era de 998.000 hectares.

Espanha e Portugal foram os mais afetados, respondendo por cerca de dois terços da área queimada na UE. O aumento significativo de incêndios ocorreu entre 5 e 19 de agosto, durante uma onda de calor na Península Ibérica.

A onda de calor resultou em oito mortes e o fechamento de estradas e serviços ferroviários. No entanto, 10 incêndios continuavam ativos na região de Castela e Leão, na Espanha, forçando a evacuação de aproximadamente 700 pessoas.

Em Portugal, embora as temperaturas tenham caído, um incêndio em Piódão queimou mais de 60 mil hectares e foi considerado o maior incêndio registrado no país.

A mudança climática contribui para a frequência e severidade dos incêndios, mas medidas de prevenção ajudaram a limitar sua propagação.

Os incêndios na UE emitiram 38 milhões de toneladas de CO₂ até agora, superando os registros anteriores e apontando para um possível novo recorde anual.

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