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Incêndios florestais 'sem precedentes' na Coreia do Sul matam 24 e ameaçam patrimônios da Humanidade

Incêndios florestais ensinam uma tragédia na Coreia do Sul, deixando 24 mortos e forçando a evacuação de milhares. O governo declarou estado de crise e tenta conter as chamas que ameaçam patrimônios históricos.

Incêndios Florestais na Coreia do Sul resultam em pelo menos 24 mortes e 12 feridos graves, com autoridades relatando "danos sem precedentes".

Mais de 27.000 pessoas foram evacuadas devido a múltiplos incêndios que começaram no fim de semana, queimando vastas áreas no sudeste do país.

O incêndio já consumiu 17.398 hectares, e a área incendiada no condado de Uiseong representa 87% desse total, tornando-se o segundo maior da história sul-coreana.

O governo elevou o alerta de crise ao nível máximo e transferiu detentos das prisões localizadas na região afetada.

As chamas, que estão queimando há cinco dias, ameaçam dois locais da UNESCO, a Vila Folclórica de Hahoe e a academia Confucionista Byeongsan Seowon.

O presidente interino, Han Duck-soo, afirmou que os incêndios estão “se desenvolvendo de uma maneira que supera as expectativas”.

Até o momento, as operações aéreas foram suspensas após acidente com helicóptero que resultou na morte de um piloto. As condições climáticas e o clima seco dificultam o combate aos incêndios.

O ano de 2022 foi o mais quente registrado na Coreia do Sul, com temperaturas médias 2 graus acima da média dos últimos 30 anos, contribuindo para um aumento significativo nos incêndios florestais.

Um incêndio em Uiseong pode ter sido iniciado acidentalmente enquanto um agricultor cuidava de um túmulo familiar.

As autoridades alertam que, devido às mudanças climáticas, eventos como incêndios florestais se tornarão mais frequentes.

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AFP