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Israel ataca hospital em Gaza duas vezes e mata pelo menos 15, entre eles quatro jornalistas

Ataques aéreos em Gaza resultam na morte de jornalistas e socorristas. A Reuters e entidades de mídia condenam a violência e pedem proteção para profissionais da imprensa na região.

Ataques israelenses ao hospital Nasser em Gaza nesta segunda-feira (25) resultaram na morte de pelo menos 15 pessoas, incluindo quatro jornalistas, conforme autoridades de saúde palestinas.

O cinegrafista Hussam al-Masri, contratado da agência Reuters, foi morto no primeiro ataque. O fotógrafo Hatem Khaled, também da Reuters, ficou ferido no segundo ataque, que ocorreu quando equipes de resgate e jornalistas se reuniram no local.

A transmissão ao vivo da Reuters do hospital, operada por Masri, foi abruptamente interrompida no momento do ataque inicial.

Um porta-voz da Reuters expressou tristeza pela morte de Masri e pelos ferimentos de Khaled, buscando urgência em assistência médica para este último. O exército israelense declarou que lamenta as mortes e que os jornalistas não eram o alvo.

Autoridades de saúde em Gaza identificaram outros três jornalistas mortos: Mariam Abu Dagga, Mohammed Salama e Moaz Abu Taha. Um socorrista também está entre as vítimas.

O Sindicato dos Jornalistas Palestinos condenou Israel, alegando que os ataques representam uma guerra aberta contra a mídia livre. Desde o início da guerra, mais de 240 jornalistas palestinos foram mortos por disparos israelenses em Gaza, segundo o sindicato.

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