HOME FEEDBACK

Israel não comete genocídio em Gaza, mas pode estar a caminho

A análise aponta que, embora Israel não tenha uma política de genocídio, a desumanização crescente dos palestinos e a indiferença da sociedade israelense podem levar a um cenário de violência extrema. Especialistas alertam que a resolução da questão palestina é crucial para evitar uma escalada catastrófica no conflito.

Israel nega genocídio em Gaza: O procurador de Haia e diversos acadêmicos que alegam genocídio estão errados. O governo israelense não possui políticas ou intenções deliberadas para exterminar os palestinos.

No entanto, a desumanização é alarmante: Uma parte significativa da sociedade israelense já normalizou a retórica violenta contra os palestinos, equiparando-os a inimigos bíblicos. Capacidades de exílio e transferências são mencionadas frequentemente.

Histórico de violência: O massacre de judeus em 7 de outubro é expressado como um resultado de um ódio histórico alimentado por narrativas religiosas. O Hamas incita a perseguição dos judeus, representando-os como malignos.

Ciclos de opressão: A opressão contínua dos palestinos desde 1948 e a brutalidade israelense são aspectos que preparam contextos propícios para possíveis genocídios, tanto por parte de palestinos quanto de israelenses.

Eventos futuros: A narrativa sugere que o genocídio pode acontecer em resposta a novos ataques ou provocadores, com ações militares sendo lançadas sem distinção entre civis e combatentes.

Conclusão: Se a questão palestina permanecer sem solução, a possibilidade de genocídio irá aumentar, com o lado mais forte perpetrando a violência.

Leia mais em folha