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Israelenses protestam e Hamas rejeita plano de ataque de Netanyahu

Proposta de ataque consigna divisão entre israelenses e alerta de nova onda de deslocamentos em Gaza. Protestos crescem em Israel, com pedidos por negociações para libertar reféns e encerrar a guerra.

O plano de ataque do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu contra Gaza gerou descontentamento em parte da população de Israel e provocou repúdio do Hamas.

O exército israelense se prepara para evacuar a região, fornecendo tendas e equipamentos a partir de domingo. O objetivo é realocar residentes das zonas de combate para o sul, visando "garantir sua segurança".

Nas próximas semanas, Israel planeja atacar o Norte de Gaza, o maior centro urbano da região, que ainda não está sob controle israelense. O Hamas afirmou que esse plano representa uma "nova onda de genocídio e deslocamento" para centenas de milhares de pessoas. Para eles, a ajuda humanitária é uma armadilha para encobrir crimes brutais.

Internacionalmente, a ofensiva é mal recebida e a maioria dos israelenses é contra. Prova disso são os protestos realizados neste domingo em apoio às famílias dos reféns, com milhares de participantes em Tel Aviv. Os manifestantes pedem um acordo para libertação dos cativos e a cessação da guerra.

Netanyahu afirmou que aqueles que defendem o fim da guerra sem derrotar o Hamas estão apenas fortalecendo a organização e colocando os reféns em maior risco.

A guerra começou quando o Hamas atacou o Sul de Israel em 7 de outubro de 2023, resultando em 1.200 mortos e 362 reféns. A resposta israelense já causou mais de 61 mil mortes palestinas, com a situação humanitária em Gaza se deteriorando drasticamente.

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