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Itaú diz que PMEs clientes têm taxa de sobrevivência 30% maior

Estudo revela que PMEs clientes do Itaú apresentam maior taxa de sobrevivência e diversificação. O banco reafirma seu compromisso com esse segmento, que gera impacto significativo na economia brasileira.

Itaú Unibanco e FGV divulgam estudo sobre o impacto do banco em pequenas e médias empresas (PMEs).

PMEs clientes do Itaú têm 30% a mais de taxa de sobrevivência em cinco anos em comparação com não-clientes.

Além disso, são 25% mais diversificadas e têm 70% mais chances de se tornarem exportadoras.

Das 23 milhões de PMEs no Brasil, 1,7 milhão são clientes do Itaú, com faturamento entre R$ 250 mil e R$ 60 milhões, analisadas entre 2019 e 2024.

A taxa geral de sobrevivência das PMEs é de 40%; com Itaú, poderia aumentar para 55%.

O impacto econômico do banco se traduz em R$ 97 bilhões anuais, mantendo 1,2 milhão de empregos.

A análise causal foi feita considerando empresas "gêmeas" para evitar vieses, comparando desempenho e relação ao crédito e consultoria.

Cadu Peyser, diretor do Itaú para PMEs, explica que recursos financeiros são acompanhados de consultoria, importante para a aprovação do crédito.

Em 2019, o Itaú era o terceiro em atendimento a PMEs, e em 2023 assumiu a liderança, com menor inadimplência entre os clientes.

O índice de principalidade para PMEs é de 60%, considerando uso de produtos e serviços e fluxo transacional.

O Itaú se posiciona como um motor para o crescimento das PMEs, essenciais para a economia brasileira.

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