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Itaú estuda ter stablecoin própria a depender de regulação e experiência de bancos nos EUA

Itaú se posiciona para avaliar a adoção de stablecoins no Brasil, considerando as diretrizes do Banco Central e as experiências internacionais. A consulta pública nº 111 será fundamental para determinar como o banco poderá avançar nesse mercado emergente.

Decisão de Trump: O presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu não seguir com a criação de uma moeda digital de banco central (CBDC), optando por “stablecoins” privadas para manter a soberania do dólar.

Itaú atento: O banco Itaú demonstra interesse nesse mercado, dependendo da experiência dos bancos americanos com stablecoins e dos resultados das consultas públicas do Banco Central (BC) do Brasil.

Declarações de Guto Antunes: O head de ativos digitais do Itaú, Guto Antunes, afirmou que o banco sempre esteve atento às stablecoins. Ele considera importante a consulta pública nº 111 do BC sobre o tema.

Stablecoins definidas: São criptomoedas atreladas a moedas tradicionais, como o dólar, mantendo paridade 1:1 com reservas seguras. As duas maiores do mercado são USDT e USDC, com um valor de mercado conjunto de US$ 204 bilhões.

Experiências internacionais: Recentemente, a Fidelity começou a testar uma stablecoin própria e o PayPal lançou a sua em 2023. O Itaú acompanhará essas iniciativas.

Regulação e precauções: Antunes enfatiza a necessidade de cautela quanto à regulação do BC antes de estruturar qualquer produto em stablecoins. Ele vê a usabilidade dessas moedas já estabelecida e busca entender as possibilidades de avanço no mercado.

Autocustódia: Antunes se declarou a favor da autocustódia de stablecoins, proposta que poderia ser restringida pela consulta 111. Ele sugere um sistema de aprovação para permitir que a autoridade monetária acesse ativos dos contribuintes, evitando atos ilícitos.

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