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Julgamneto de Bolsonaro: Tarcísio diz que país pode virar 'anarquia institucional'

Governador paulista critica desequilíbrio entre os Poderes e pede pacificação política. Tarcísio de Freitas minimiza acusações contra Bolsonaro e defende a liderança do ex-presidente.

Governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), aliado de Jair Bolsonaro (PL), defendeu nesta sexta-feira (28) um “reequilíbrio” de forças entre os Três Poderes após o julgamento do STF que tornou o ex-presidente réu por tentativa de golpe de Estado.

Durante a Arko Conference 2025 em São Paulo, Tarcísio comentou sobre os riscos de uma “anarquia institucional” no país. Ele minimizou as acusações contra Bolsonaro, afirmando que o país precisa de pacificação.

O governador destacou: “O Brasil precisa de uma pacificação, até porque a gente está preso numa agenda que não vai levar a lugar nenhum”, e alertou sobre a perda de oportunidades devido à repetição das mesmas discussões.

Bolsonaro e seus aliados enfrentam cinco crimes:

  • Organização criminosa armada;
  • Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
  • Golpe de Estado;
  • Dano contra patrimônio da União;
  • Deterioração de patrimônio tombado.

Tarcísio afirmou que é necessário “reequilibrar os pratos do poder”, apontando que o Legislativo recebeu muito poder sem a devida responsabilidade. Ele concluiu alertando para a possibilidade de virar anarquia institucional caso a situação não mude.

O governador não quis falar com a imprensa após o evento. Tarcísio, ex-ministro de Bolsonaro e cotado para 2026, precisa do apoio do ex-presidente para se viabilizar como candidato.

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