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Justiça manda Animale indenizar ex-secretária de ministério

Justiça reconhece racismo em loja e condena Animale a indenização de R$ 30 mil. Rita Cristina de Oliveira, vítima do incidente, celebra a decisão, mas lamenta a rejeição de pedidos de desculpas e ações afirmativas.

Justiça condena Animale a pagar R$ 30.000 por danos morais a Rita Cristina de Oliveira, ex-secretária-executiva do Ministério dos Direitos Humanos, por acuso de racismo.

Em 2018, Rita e sua mãe foram forçadas pela gerente da loja a abrirem suas bolsas ao saírem. A decisão é do juiz Lucas Cavalcanti da Silva, da 12ª Vara Cível de Curitiba.

O juiz declarou que houve crime de racismo, causando constrangimento e ferindo a dignidade das autoras. A atitude da gerente, ocorrida em horário de movimento intenso, chamou a atenção de outros consumidores.

Embora Rita e sua mãe tenham solicitado que a Animale implementasse políticas de contratação de pessoas negras e pedisse desculpas publicamente, esses pedidos foram negados.

Rita se manifestou em seu Instagram, relatando a experiência traumática e celebrando a decisão judicial, mas lamentando a recusa das ações afirmativas.

Ela foi demitida em setembro de 2024 após a saída de Silvio Almeida, acusado de assédio sexual. Rita havia expressado apoio a Almeida anteriormente e tinha atuado no ministério desde janeiro de 2023.

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