Leia as 5 principais notícias do mercado desta 3ª feira
Investidores aguardam anúncio de tarifas comerciais que podem impactar o mercado financeiro. Além disso, dados de vagas de emprego nos EUA e indicadores econômicos globais também estão em foco.
Abertura em queda nos EUA: Os índices futuros das ações nos Estados Unidos apontam para uma abertura em queda nesta 3ª feira (1º. abr. 2025), enquanto investidores aguardam anúncios de novas tarifas comerciais de Donald Trump.
Anúncio programado: O secretário do Tesouro, Scott Bessent, confirmou que o anúncio ocorrerá em 2 de abril, às 16h de Brasília. Trump argumenta que as tarifas são necessárias para corrigir desequilíbrios no comércio.
Mercados em alerta: Os contratos futuros do Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq 100 recuavam 0,45%, 0,33% e 0,29%, respectivamente. Os investidores têm uma postura cautelosa antes da divulgação oficial das tarifas.
Impacto econômico: Economistas alertam que as medidas podem afetar o crescimento e elevar o risco de estagflação. O S&P 500 pode registrar o pior desempenho trimestral desde 2022.
Expectativas de mercado: Além das tarifas, serão divulgados dados sobre o número de vagas de emprego nos EUA (setor JOLTS) e um relatório oficial de criação de empregos não-agrícolas em 4 de abril. Estima-se 7,690 milhões de postos em aberto, ligeiramente abaixo do anterior.
Atividade industrial da China: Crescimento acima do esperado em março com PMI industrial Caixin a 51,2, impulsionado por novos pedidos e melhor demanda externa.
Preços do ouro em alta: Os preços renovaram a máxima histórica devido à busca por proteção diante das incertezas comerciais. O bitcoin também avançava, apesar da queda no 1º trimestre.
Preços do petróleo: Operam em alta moderada. Trump ameaçou tarifas secundárias ao petróleo russo, mas temores sobre o crescimento global limitam ganhos.
Métricas no Brasil: A S&P Global divulgará o PMI da atividade industrial para março. Anteriormente, houve expansão do setor, com aumento nas vendas internas e criação de vagas.
Decisões do Banco Central: Diretores do Banco Central do Brasil indicaram que ciclo de alta da Selic ainda não terminou, com necessidade de manter juros elevados devido à inflação e incerteza externa.