Leia as 5 principais notícias do mercado desta 4ª feira
Mercados financeiros reagem com cautela ao anúncio de novas tarifas por Trump, enquanto investidores buscam entender os impactos e desdobramentos da medida. Autoridades brasileiras tentam mitigar possíveis consequências e manter o diálogo diplomático com os EUA.
Dia da Libertação nos EUA: Trump deve anunciar novas tarifas nesta 4ª feira (2.abr.2025), potencialmente desestabilizando o comércio global.
As bolsas norte-americanas operam em queda e o ouro atinge máximas históricas, com investidores apreensivos sobre os detalhes do anúncio.
Comunicado está previsto para o Jardim das Rosas às 17h de Brasília. As tarifas entrarão em vigor imediatamente, incluindo um novo imposto de 25% sobre veículos.
Trump defende que as tarifas visam corrigir desequilíbrios comerciais, aumentar receitas e recuperar empregos industriais. Economistas alertam que as medidas podem aumentar a inflação e desencadear uma recessão.
Os índices futuros do Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq apresentam queda, refletindo a cautela antes do anúncio. Na terça (1º.abr), o S&P 500 e o Nasdaq tiveram ganhos modestos, enquanto o Dow fechou em leve queda.
O preço do ouro sobe, negociado a US$ 3.166,73 por onça, impulsionado pela busca por segurança. O dólar e os contratos futuros também operam em baixa.
O bitcoin apresenta leve alta, mas o movimento é frágil. Os preços do petróleo caem moderadamente antes da reunião da Opep+ e dos anúncios de Trump.
Brasil observa atentamente, já que pode ser impactado pelas tarifas, especialmente em setores como etanol e aeronáutica, com exportações que representam superávit histórico para os EUA.
O governo brasileiro busca evitar retaliações, promovendo um diálogo diplomático em vez de escalar uma guerra comercial. Novas legislações, como a “Lei da Reciprocidade Econômica”, são discutidas para proteger os interesses do Brasil.
A prioridade é resolver disputas através do diálogo e evitar tensões comerciais com os EUA.