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Líderes mundiais criticam tarifas recíprocas de Trump

Líderes europeus e canadenses se manifestam contra as tarifas comerciais dos EUA, destacando os riscos de uma guerra comercial. Enquanto Trump alega que medida representa a independência econômica, a comunidade internacional pede diálogo e cooperação.

Líderes de 5 países criticam tarifas comerciais dos EUA

No dia 2 de abril de 2025, o governo dos EUA iniciou a cobrança de tarifas recíprocas, resultado da política protecionista do presidente Donald Trump.

Durante um evento na Casa Branca, Trump apresentou uma tabela com as tarifas aplicadas por outros países e as novas taxas que os EUA imporão em resposta.

Ele chamou o evento de "Liberation Day" (“Dia da Libertação”), destacando a independência dos EUA em relação ao comércio exterior que considera “injusto”.

Reações de líderes mundiais:

  • Giorgia Meloni (Itália): Classificou a decisão como “errada” e pediu diálogo para evitar uma guerra comercial.
  • Ulf Kristersson (Suécia): Expressou preocupação com o impacto das tarifas no comércio internacional e defendeu a cooperação.
  • Simon Harris (Irlanda): Lamentou o anúncio e destacou a importância da união com a UE para neutralizar os efeitos negativos.
  • Anthony Albanese (Austrália): Criticou as tarifas, afirmando que os EUA arcarão com os maiores custos.
  • Mark Carney (Canadá): Prometeu medidas de retaliação e enfatizou a necessidade de agir com firmeza.

A política comercial de Trump tem como objetivo fortalecer a economia dos EUA e recuperar a competitividade da indústria.

A primeira medida tarifária foi anunciada em 1º de fevereiro, com a aplicação de 25% sobre produtos do México e Canadá.

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