Lula e Tarcísio disputam protagonismo de megaoperação contra crime organizado no País
Governo federal e Estado de São Paulo intensificam esforços conjuntos para combater o crime organizado, ressaltando a importância da operação Carbono Oculto. Ambas as lideranças buscam protagonismo em meio a uma disputa política que se intensifica a cada dia.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) disputam protagonismo na Operação Carbono Oculto, a maior ação contra o crime organizado no Brasil.
A investigação atingiu a Faria Lima, principal centro financeiro do país, e o setor de combustíveis.
Para marcar presença, o governo federal realizou uma coletiva com os ministros Ricardo Lewandowski (Justiça) e Fernando Haddad (Fazenda). Eles destacaram o papel federal e a colaboração estadual na operação, que envolveu
- Polícia Federal
- Polícia Militar
- Gaeco
- Receitas Estadual e Federal
Lewandowski enfatizou que o crime organizado é global e requer uma visão macro. Haddad elogiou a colaboração das autoridades estaduais.
Em suas redes sociais, Lula destacou a criação do Núcleo de Combate ao Crime Organizado e afirmou que a operação é uma resposta histórica do Estado ao crime organizado.
Tarcísio, em um vídeo, afirmou que a operação é um trabalho do Gaeco em união com as polícias de São Paulo, e enfatizou o combate a facções que se achavam intocáveis.
Ao todo, 1.400 agentes estão cumprindo 200 mandados e mirando 350 alvos em dez Estados, com 42 alvos concentrados na Faria Lima.
A disputa entre Lula e Tarcísio também se estende ao túnel Santos-Guarujá, onde ambos buscam se destacar como protagonistas, apesar de trocarem publicamente elogios sobre a parceria.