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Manhã nos mercados: Exterior pode influenciar ativos locais em dia de inflação do PCE nos EUA

Mercados nacionais reagem a desdobramentos políticos e econômicos enquanto o Ibovespa busca sustentação. Expectativas em torno de dados econômicos dos EUA geram cautela entre investidores na manhã desta sexta-feira.

Desdobramentos da Operação Carbono Oculto continuam no radar, com os mercados domésticos sensíveis a notícias políticas, às eleições de 2026 e à proposta de reforma do Imposto de Renda.

Na sessão de ontem, o Ibovespa alcançou 142 mil pontos, mas não manteve o nível até o final do dia. Apesar disso, foi um dia positivo para os ativos, beneficiado pelo cenário externo. Hoje, porém, a manhã apresenta um quadro menos otimista.

Os futuros dos principais índices em Nova York estão em queda, com as bolsas europeias seguindo a mesma tendência. As taxas dos Treasuries de longo prazo aumentam, e o dólar apresenta leve alta.

Às 9h30 (de Brasília), serão divulgados dados de renda pessoal e gastos com consumo (PCE), essenciais para o Federal Reserve (Fed). O sentimento do consumidor e as expectativas de inflação da Universidade de Michigan serão conhecidos às 11h.

A atenção se volta especialmente aos dados de consumo, após preocupações expressas pelo diretor do Fed, Christopher Waller, sobre a atividade econômica. Ele indicou a possibilidade de um corte mais agressivo nas taxas em setembro, caso o mercado de trabalho se deteriore.

Uma audiência judicial sobre a diretora do Fed, Lisa Cook, contra a tentativa de demissão do presidente Donald Trump ocorrerá às 11h. Nas bolsas de apostas, há uma probabilidade de 10% de que Cook saia antes da reunião de setembro, e 28% até o fim do ano.

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