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Marina Simão, a grande colorista de sua geração

Exposição "Diapasão" reúne cerca de 80 obras de Marina Simão, destacando sua singular abordagem artística que une instinto e razão. A mostra, que ocorre no Instituto Tomie Ohtake, reflete a evolução da artista entre o desenho e a ousadia da cor.

Marina Simão, artista mineira de 43 anos, é representada pela Mendes Wood e Pace Gallery, com obras em museus na Ásia.

O Instituto Tomie Ohtake apresenta a mostra Diapasão, com cerca de 80 pinturas, aquarelas e cadernos de estudo. O curador Paulo Miyada descreve a exposição como um exercício de afinação entre instinto e razão.

As obras de Marina, que se inspiram na natureza, desafiam definições concretas, misturando o interior e o exterior. Seu estilo é grandioso e radical, gerando uma experiência visual surpreendente.

Desde criança, Marina se interessou por arte. Estudou Direito, mas se entregou à pintura após se encantar pela École des Beaux‑Arts em Paris. Conheceu Pedro Mendes, que ajudou a expor suas obras, impulsionando sua carreira.

Após passar quase seis anos dedicados ao estudo das cores, seu trabalho ganhou nova vitalidade em 2019, consolidando sua reputação como uma das maiores coloristas de sua geração.

"Minha pintura parece fácil, mas exige muito estudo e preparação," afirma Marina, destacando a complexidade de seu processo criativo.

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