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Mercado brasileiro de carteiras digitais vive fase de expansão

O crescimento das carteiras digitais no Brasil está transformando a forma como os consumidores realizam transações, com previsões de aumento significativo nos próximos anos. A competição acirrada entre fintechs, big techs e varejistas está impulsionando inovações e soluções financeiras integradas.

Adesão maciça às carteiras digitais cria um robusto mercado para pagamentos instantâneos, competido por big techs, varejistas, fintechs e bancos digitais.

Um estudo da Capgemini revela que 50% das transações no e-commerce e 30% nas lojas são feitas via carteiras digitais, com previsão de aumento para 61% e 46% até 2027.

Na América Latina, 28% das transações são instantâneas, enquanto mundialmente apenas 16%. O mercado brasileiro de carteiras digitais está em consolidação e expansão, impulsionado pelo Pix e fintechs.

As carteiras globais como Google Pay e Apple Pay utilizam o conceito "pass through", permitindo pagamentos por aproximação. O Google Pay, além de pagar, digitaliza benefícios e avisa sobre voos.

A adesão no Brasil cresce, com 47% pagando contas e 27% fazendo compras online com carteiras digitais. A Apple processa transações superiores a US$ 6 trilhões anualmente, enquanto Google Pay e WhatsApp Pay monetizam dados.

No varejo, carteiras digitais operam em circuito fechado, evitando taxas de intermediários. Vital Leite, CEO do banQi, destaca a consolidação do mercado, facilitando a adoção de produtos financeiros.

A Natura lançou o Emana Pay, uma ferramenta para consultoras aumentarem engajamento e fidelidade. Bancos digitais como Nubank e PagBank também oferecem carteiras digitais com diversas funcionalidades.

Nossa carteira digital, segundo Alexandre Magnani, CEO do PagBank, é um pilar estratégico para otimizar a jornada de compra e garantir segurança nas transações.

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