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Mercados asiáticos apontam para queda antes de início de tarifas de Trump

Mercados asiáticos enfrentam incertezas devido a novas tarifas comerciais propostas por Trump, impactando também os futuros das ações dos EUA. Com a expectativa de volatilidade crescente, investidores focam em dados econômicos e reações ao mercado de petróleo.

Mercados asiáticos iniciam a semana de forma cautelosa devido à possibilidade de novas tarifas comerciais por Donald Trump.

O petróleo teve alta após a ameaça do presidente de impor tarifas sobre o petróleo russo, afetando o mercado global.

Os futuros do S&P 500 e do Nasdaq 100 caíram mais de 0,5%, indicando o impacto das guerras comerciais na economia dos EUA.

Os contratos na Austrália, Japão, Hong Kong e China continental também registram perdas.

Após os dados da última sexta-feira, que mostraram queda no sentimento do consumidor e aumento nos preços, as expectativas para a próxima semana incluem alta volatilidade.

Trump deve revelar tarifas recíprocas na quarta-feira. Os investidores aguardam também o relatório mensal de empregos e comentários do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell.

Chris Weston, do Pepperstone, aponta que os mercados estarão vulneráveis a notícias sobre tarifas e dados econômicos dos EUA.

A alta do petróleo deve impactar a economia global, especialmente na China e na Índia, que são grandes compradores de petróleo russo.

O S&P 500 fechou em seu nível mais baixo em mais de duas semanas, enquanto o índice VIX atingiu 22.

Os títulos do Tesouro dos EUA se recuperaram, com o rendimento de 10 anos caindo.

Na Ásia, investidores esperam dados de atividade das fábricas chinesas para avaliar a eficácia dos estímulos econômicos.

O setor bancário será monitorado, com quatro bancos estatais planejando até US$ 72 bilhões em colocações privadas para assegurar capital.

Os mercados tailandeses reabrem após a suspensão das negociações por um terremoto em Mianmar, com o baht se mantendo estável.

O banco central da Austrália deve manter a taxa de juros inalterada, em meio a uma eleição nacional apertada.

Os dados de emprego dos EUA ao final da semana também serão importantes para avaliar os efeitos da incerteza tarifária na economia.

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