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Milei ignora suposta propina para irmã e diz que 'roubou o roubo' dos kirchneristas

A polêmica em torno de supostas propinas na Andis gera desgaste para o governo Milei, que se vê na defensiva. Novos áudios complicam ainda mais a situação, apontando a possível participação de outros ministros no esquema.

Javier Milei enfrenta crise após vazamento de áudios sobre cobrança de propinas na Andis (Agência Nacional para Pessoas com Deficiência).

Os áudios foram atribuídos a Diego Spagnuolo, ex-diretor da Andis, e indicam um esquema que beneficiaria Karina Milei, irmã do presidente, com até 3% das propinas, totalizando entre US$ 500 mil e US$ 800 mil mensais.

O escândalo se expandiu, levando a Casa Rosada a uma postura defensiva e silenciosa. Milei cometeu gafe em evento, dizendo: "Ficam com raiva por estarmos roubando o roubo deles", referindo-se a opositores.

O ex-diretor Spagnuolo foi demitido e novos áudios envolvendo outros ministros surgiram, aumentando a pressão sobre o governo. As investigações incluem a apreensão de celulares e documentos, com o ex-diretor proibido de deixar o país.

O governo Milei está em alerta, temendo mais revelações. A drogaria Suizo Argentina, citada nos áudios, se oferece para colaborar com a Justiça, destacando sua ética corporativa.

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