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Militares sequestrados em região amazônica da Colômbia são libertados

Soldados libertados após três dias em cativeiro no sudeste da Colômbia. A Defensoria do Povo confirmou a mediação do governo e da ONU para a liberação em meio a intensos conflitos com dissidências armadas.

Libertação de soldados na Colômbia

Um grupo de 33 soldados foi libertado após três dias de retenção em uma comunidade amazônica da Colômbia, marcada por cultivo de drogas e a presença de dissidências das Farc.

A Defensoria do Povo anunciou a libertação nesta quinta-feira (28), após a mediação de delegações do governo, da ONU e da Defensoria.

No último domingo (25), cerca de 600 moradores impediram a saída das tropas em uma ação considerada sequestro pelo governo de Gustavo Petro.

Confrontos com a guerrilha do Estado-Maior Central (EMC) resultaram em 10 mortos e 2 capturados na região de Guaviare.

O Ministério da Defesa já apresentou uma denúncia por sequestro ao Ministério Público. Iván Mordisco, líder do EMC, é o homem mais procurado da Colômbia.

O Exército reforçou a segurança no local e destacou que a comunidade local está "instrumentalizada" pelos rebeldes, violando os direitos humanos dos militares.

O EMC, que rejeitou o acordo de paz de 2016, tem se fortalecido com narcotráfico, extorsão e mineração ilegal. Mordisco abandonou negociações de paz em 2024, intensificando a violência contra o Estado.

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