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Ministros de 22 países rejeitam assentamentos israelenses na Cisjordânia

Declaração conjunta crítica os planos israelenses de assentamentos na Cisjordânia. Ministros de 22 países exigem que Israel revise urgentemente sua decisão para evitar mais violência e instabilidade.

Declaração conjunta de 22 países e organizações internacionais foi divulgada em 21 de agosto de 2025, criticando os planos de Israel para construção de assentamentos na Cisjordânia.

O documento classifica as ações israelenses como “inaceitáveis e uma violação do direito internacional”. Essa manifestação ocorreu após a aprovação de 3.400 residências na área E1, uma região estratégica entre Jerusalém Oriental e a colônia israelense de Ma’ale Adumim, onde as obras estavam suspensas há 20 anos.

Entre os signatários estão os ministros das Relações Exteriores de países como Austrália, França, Japão, Itália e outros, além da vice-presidente da Comissão Europeia, Kaja Kallas.

A declaração condena os planos de construção na área E1 e vem em meio a crescentes críticas sobre a situação humanitária em Gaza. O Secretário de Relações Exteriores britânico, David Lammy, convocou a embaixadora de Israel no Reino Unido em resposta à aprovação dos assentamentos.

A Autoridade Palestina também condenou a decisão, afirmando que “destruiria” a esperança de uma solução de dois Estados. Os ministros instaram Israel a “retratar urgentemente” seu plano, destacando que essa medida não trará benefícios para o povo israelense e pode aumentar a violência e instabilidade.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, já havia criticado declarações anteriores de outros países, afirmando que sancionar Israel é um “prêmio pelo ataque genocida” e acusou o presidente francês de alimentar o antissemitismo.

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