Na CPMI do INSS, oposição pauta convocação de ex-ministros desde o governo Dilma
CPMI do INSS dará início a votações sobre convocação de ex-ministros e ex-presidentes do órgão em meio a polêmicas. A oposição busca esclarecer fraudes em benefícios e traçar responsabilidades com foco nas eleições de 2026.
CPMI do INSS inicia hoje (25), com foco em fraudes em aposentadorias e pensões. Ministros dos governos Lula, Dilma e Bolsonaro, além de dez ex-presidentes do INSS, estão na mira.
Na pauta, votação da convocação do ex-ministro Carlos Lupi, e de José Carlos Oliveira e Carlos Gabas, que lideraram o ministério em momentos críticos.
Gabas é conhecido por sua ligação com a compra de respiradores durante a pandemia, alvo de críticas. A oposição definiu a convocação de ministros e ex-presidentes do INSS como prioridade, com dez requerimentos apresentados pelo relator, deputado Alfredo Gaspar.
- Lindolfo Neto de Oliveira Sales (2012-2015);
- Elisete Berchiol da Silva Iwai (2015-2016);
- Leonardo de Melo Gadelha (2016-2017);
- Francisco Paulo Soares Lopes (2017-2018);
- Edison Antônio Costa Britto Garcia (2018-2019);
- Renato Rodrigues Vieira (2019-2020);
- Leonardo José Rolim Guimarães (2020-2021);
- Guilherme Gastaldello Pinheiro Serrano (2022-2023);
- Glauco André Fonseca Wamburg (2023);
- Alessandro Stefanutto (2023-2025).
O relator busca identificar quem deu “suporte político” às operações fraudulentas. Além disso, já há requerimentos para ouvir Antônio Carlos Camilo Antunes e o atual ministro da Previdência, Wolney Queiroz.
A oposição projeta que a CPMI pode impactar as eleições de 2026, buscando expor verdades e punir criminosos. O deputado Coronel Chrisóstomo afirmou que há muitas pessoas para ouvir, incluindo o irmão de Lula.
Com informações do Estadão Conteúdo