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‘Não vou poluir reforma administrativa com ajuste fiscal’

Deputado Pedro Paulo defende a reforma administrativa sem misturar com a agenda de ajuste fiscal do governo. O relator destaca que o foco deve ser a melhoria do serviço público e não as consequências financeiras imediatas.

Reforma Administrativa: O relator, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), quer manter a discussão livre de questões fiscais.

Ele declarou que a reforma não deve ser vista como solução para o ajuste fiscal, apesar de prever economia imediata, no médio e longo prazo.

Pedro Paulo enalteceu que a reforma será um legado do atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Em relação à votação, ele acredita que a proposta, se aceita, poderá unir diferentes espectros políticos, citando a experiência na reforma tributária.

Apesar das discordâncias do governo, Pedro Paulo afirma que há grande energia no Parlamento para aprová-la, ressaltando a importância do apoio governamental.

Ele mencionou reuniões positivas com diversas bancadas, incluindo PT, PDT, PSB, e confirmou a ausência de partidos como PL e MDB nas discussões.

Quanto a mudanças no texto, ele admitiu que sugestões de privilégios e da advocacia pública foram debatidas, visando endurecer certas condições.

O deputado está pronto para apresentar o novo texto, mas espera o alinhamento das bancadas antes disso.

Perguntado sobre a influência do julgamento de Jair Bolsonaro na discussão, Pedro Paulo preferiu que a pauta não se tornasse ideológica.

O texto final incluirá diretrizes para regulamentação futura, garantindo que não haja comandos vazios na Constituição. O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, elogiou a proposta nesse sentido.

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