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Número de mortos chega a 1.700 após novos tremores em Mianmar

Serviços de emergência intensificam buscas por sobreviventes em Mianmar, enquanto a ajuda internacional enfrenta desafios devido à crise de saúde no país. No entanto, o impacto do tremor se estende a Bangcoc, onde um desabamento de prédio deixa mortos e desaparecidos.

Serviços de emergência continuam as buscas neste domingo (30) pelas vítimas do terremoto em Mianmar de sexta-feira, que deixou pelo menos 1.700 mortos e 3.400 feridos. O tremor teve magnitude 7,7 e ocorreu em baixa profundidade, aumentando seu impacto.

Ainda há 300 desaparecidos e os esforços de resgate foram interrompidos por réplicas, incluindo uma de 5,1 neste domingo. Em Mandalay, a cidade mais afetada, prédios desabaram, e as operações de salvamento estão em andamento, com 21 pessoas encontradas vivas até o momento.

A situação é agravada pela crise humanitária em Mianmar, onde um terço da população está em risco de fome, segundo a ONU. A OMS enviou suprimentos médicos, enquanto a China prometeu ajuda de US$ 13,8 milhões.

No Bangcoc, a cidade tailandesa, 18 pessoas morreram e 78 continuam desaparecidas após o desabamento de um arranha-céu em construção. Os socorristas utilizam escavadeiras, cães farejadores e drones para localizar sobreviventes.

O Governo de Unidade Nacional (NUG), grupo de oposição, pediu um cessar-fogo parcial de duas semanas para facilitar os resgates. O cenário trágico reflete a falta de recursos e infraestrutura no país.

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