O dia em que um avião quase derrubou prédio-símbolo de Nova York
Acidente com bombardeiro B-25 em 1945 choca o Empire State e provoca a morte de 14 pessoas. A tragédia destaca a importância de seguir as diretrizes de segurança durante operações aéreas em áreas urbanas.
Histórico Acidente Aéreo no Empire State
No verão de 1945, os EUA estavam imersos na Segunda Guerra Mundial. Em 28 de julho, um avião militar B-25 Mitchell colidiu com o Empire State, o edifício mais alto do mundo na época.
O piloto, tenente-coronel William Franklin Smith Jr., ignorou ordens da torre de controle devido a um nevoeiro denso. A colisão aconteceu às 9h49, resultando em um impacto a 320 km/h.
O acidente deixou vítimas: o piloto e dois tripulantes faleceram, além de 11 mortos e 24 feridos no edifício. O local foi parcialmente reaberto em 30 de julho.
A colisão foi descrita como um "ataque" por muitos, refletindo o clima de tensão da época. Os danos foram limitados, graças à estrutura robusta do Empire State, e o incêndio, alimentado por combustível, foi controlado pelos bombeiros em 40 minutos.
O acidente trouxe lições importantes sobre navegação aérea e o cumprimento de ordens. Apesar de inovações tecnológicas desde então, o fator humano e decisões imprudentes ainda são cruciais na segurança aérea.
O B-25, um bombardeiro amplamente usado na guerra, era conhecido por sua eficiência e sucesso. A tragédia, considerada o acidente aéreo mais famoso de Nova York até os ataques de 11 de setembro, teve impacto significativo na discussão sobre segurança e uso de aviões militares sobre áreas urbanas.