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O Judiciário independente é mais uma falácia de Moraes

Moraes defende a ideia de um Judiciário isolado, que busca autoridade sem limites em relação aos outros Poderes. Críticos alertam que essa independência pode resultar em uma ditadura disfarçada, corroendo a democracia.

Ministro Alexandre de Moraes afirmou, em evento recente, que o Brasil possui um “Judiciário independente”, mas sua insistência levanta questionamentos sobre a veracidade de sua afirmação.

Moraes busca a independência do STF não para dialogar com os demais Poderes, mas para que o tribunal atue isoladamente. Ele almeja um poder absoluto, que se distancie do Executivo, do Legislativo e até do povo.

O sistema constitucional brasileiro é baseado na lógica de freios e contrapesos, que exige diálogo entre os Poderes. No entanto, Moraes parece desejar um STF que domine, em vez de cooperar.

A independência do Judiciário, nesse contexto, não é virtuosa. Para ilustrar, o texto compara essa busca à célula cancerígena, que cresce sem limites e compromete o organismo. Um Judiciário que não respeita limites externos torna-se nocivo à sociedade.

A verdadeira democracia depende da interdependência entre os Poderes e da harmonia institucional. Quando um Poder se declara “independente de tudo”, corre-se o risco de instaurar uma ditadura.

O STF, ao seguir esse caminho, torna-se um tumor institucional, corrompendo a democracia sob a justificativa de defendê-la. Sem harmonia, o tribunal poderá acabar isolado, desconectado do Direito, do Estado e da essência democrática.

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