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O plano de Israel que ameaça 'enterrar a ideia de um Estado palestino'

A construção do assentamento E1 gera críticas internas e internacionais, sendo vista como um obstáculo à criação de um Estado palestino. O projeto levanta preocupações sobre a integridade territorial da Cisjordânia e a possibilidade de uma solução de dois Estados.

Israel aprova construção de assentamento na Cisjordânia, com 3.500 casas, separando a Cisjordânia de Jerusalém Oriental.

O anúncio ocorreu após França, Canadá e Reino Unido indicarem que planejam reconhecer o Estado palestino ainda este ano.

O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, afirmou que os planos de um Estado palestino estão sendo retirados com ações e não apenas palavras.

Plano E1 foi criticado por aliados de Israel como violação do direito internacional. O Ministério das Relações Exteriores palestino classificou o plano como parte de "crimes de genocídio".

Detalhes do Plano E1:

  • Inicialmente proposto na década de 1990.
  • Prevê 3.401 casas em terra sensível entre Jerusalém e Maale Adumim.
  • Visão de impedir a criação do Estado palestino.

Cisjordânia ocupada abriga cerca de três milhões de palestinos e é contestada por 160 assentamentos israelenses. A pressão sobre os palestinos aumentou após ataques do Hamas em outubro de 2023.

Reações internacionais: ONU e UE pedem que Israel não prossiga com o plano, afirmando que ele **minaria a viabilidade do Estado palestino**. O Reino Unido e a Turquia condenaram a decisão, considerando-a uma violação do direito internacional.

Smotrich respondeu que "não haverá estado para ser reconhecido", insistindo que fatos seriam concretizados através da construção.

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