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Opções intangíveis como streaming e jogos ganham força no mundo das tarifas

A desmaterialização de produtos físicos para soluções intangíveis está transformando a economia, influenciando empresas de tecnologia e manufatura. Com as tarifas elevadas, a impressão 3D pode emergir como uma alternativa inovadora e eficaz para a produção industrial.

A desglobalização surge como reação às tarifas, enquanto a desmaterialização avança ao substituir produtos físicos por intangíveis, como streaming em vez de DVDs e jogos online no lugar de brinquedos físicos.

A entrega online se torna uma alternativa às tarifas de importação do presidente dos EUA, Donald Trump. Isso beneficia empresas como a SAP, que agora é a mais valiosa da Europa, apostando em um crescimento de lucro operacional entre 26% e 30% em 2023.

No entanto, o crescimento econômico lento pode afetar a demanda por software, com clientes industriais em dificuldades cortando custos onde podem. Dassault Systèmes, Capgemini e Hexagon enfrentam risco maior devido à sua dependência do setor automobilístico. Já Cadence e Synopsis, focadas em semicondutores, podem se beneficiar no curto prazo.

A impressão 3D surge como um possível beneficiário de um cenário tarifário, permitendo fabricação sob demanda de produtos físicos, desde próteses até aeronaves. A BAE Systems e a Airbus já utilizam essa tecnologia em seus projetos.

Com custos em queda e maior facilidade de personalização, a manufatura aditiva se torna atraente para empresas como a Shell. Apesar de um início lento, analistas acreditam que as tarifas podem impulsionar seu crescimento.

Computadores e impressoras de 3D estão mais acessíveis, mas pequenas empresas ainda dependem de suporte técnico para personalização. Agora, com tarifas sobre bens físicos, os intangíveis podem despontar no mercado.

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