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Operação contra PCC protege consumidor e valoriza empresas idôneas, diz setor de combustíveis

Entidades do setor de combustíveis reforçam a importância da operação para combater o crime organizado e garantir um ambiente de negócios saudável. A ação já gerou reações no mercado, com aumentos significativos nas ações de distribuidoras.

Entidades do setor de combustíveis apoiam a operação Carbono Oculto, realizada em 28 de setembro, para investigar a atuação do PCC (Primeiro Comando da Capital) no mercado.

As associações Bioenergia Brasil, ICL, Sindicom e Unica afirmaram que o combate às práticas ilícitas é crucial para proteger consumidores, garantir tributos e oferecer um ambiente de negócios transparente.

A operação é uma continuidade de medidas do governo paulista, como a responsabilidade solidária dos postos de combustíveis, e busca manter a ordem e segurança aos cidadãos.

As ações de distribuidoras de combustíveis subiram significativamente após a operação. Às 12h15, a Ultrapar teve alta de 7,31%, enquanto Raízen e Vibra Energia aumentaram em 5,66% e 5,01%, respectivamente.

A operação mira mais de 350 alvos, incluindo pessoas físicas e jurídicas suspeitas de crimes como adulteração de combustíveis, lavagem de dinheiro e fraude fiscal.

Agentes atuaram em oito estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina.

As autoridades afirmam que o PCC quase sequestrou o setor de combustíveis, prejudicando empresas que operam legalmente.

As entidades destacam a importância do setor sucroenergético e de combustíveis para a economia nacional, enfatizando a geração de empregos e a promoção de uma matriz energética mais limpa e sustentável.

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