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Operação revista escritórios por supostos casos de suborno com irmã de Milei

Operação busca provas de corrupção que envolvem a irmã do presidente argentino. Javier Milei defende sua inocência e acusa opositores de politizar o caso em ano eleitoral.

Justiça argentina realiza operação em escritórios da Agência Nacional de Deficiência (Andis) e da distribuidora Suiza Argentina por suspeita de corrupção.

A investigação está ligada a Karina Milei, irmã do presidente Javier Milei, após a divulgação de áudios em que o ex-chefe da Andis, Diego Spagnuolo, afirmava que ela receberia 3% dos pagamentos da agência para medicamentos.

Spagnuolo, destituído na semana passada, relatou que alertou o presidente sobre a suposta corrupção. Operações recentes envolveram quatro sedes da Andis e da distribuidora em Buenos Aires, em busca de material relacionado ao caso.

Karina Milei não se manifestou, enquanto Javier Milei negou as acusações, prometendo processar Spagnuolo por difamação.

A Secretaria Presidencial denunciou a situação como um “uso político da oposição” em ano eleitoral, com eleições legislativas marcadas para 26 de outubro.

A distribuidora afirmou estar em conformidade com as leis e disponível para órgãos de controle. O caso ainda não teve detidos.

Em uma das buscas, foi encontrado Emmanuel Kovalivker, irmão de um dos proprietários da distribuidora, tentando escapar com US$ 266 mil em envelopes.

Eduardo "Lule" Menem, braço direito de Karina Milei e sobrinho do ex-presidente Carlos Menem, também está associado ao esquema de subornos.

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