Opinião | Acabo de enxergar o futuro, e adivinhem? Ele não envolve os Estados Unidos
A visita à Huawei em Xangai revela a impressionante capacidade da China em inovação e desenvolvimento tecnológico, desafiando a visão americana de superioridade. Em um cenário global em transformação, a interdependência entre as potências se torna uma realidade inevitável para o futuro econômico.
Escolha em Xangai: O autor visitou o novo centro de pesquisa da Huawei em vez da Disneyland. A visita revelou um complexo impressionante que abriga 35 mil trabalhadores e possui 100 cafeterias.
Impacto das sanções: Desde 2019, as restrições dos EUA prejudicaram a Huawei, mas com apoio do governo chinês, a empresa inovou, lançando produtos como o smartphone Mate 60 e seu sistema operacional Hongmeng.
Comparação de estratégias: Enquanto os EUA se concentram em tarifas e restrições, a China investe em IA e inovação. A Huawei se comprometeu a instalar 100 mil carregadores rápidos na China, diferentemente da lenta implementação nos EUA.
Desafios e oportunidades: Apesar dos avanços, a China enfrenta desafios econômicos e necessita de um acordo comercial. A abordagem dos EUA, se continuar a ser punitiva, pode resultar em desvantagens futuras.
Educação e inovação: A China investe fortemente em educação STEM, produzindo 3,5 milhões de graduados anualmente, o que fortalece sua capacidade de inovação.
Recomendações: O autor sugere que os EUA devem buscar parcerias com a China em vez de restrições, criando um comércio que seja mutuamente benéfico e eficaz.
Futuro interdependente: A interdependência entre EUA e China é inevitável. É crucial que ambos os países trabalhem juntos para evitar consequências negativas, desenvolvendo condições favoráveis para colaboração.