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Opinião | Como a política de interesses e o poder coercitivo de Trump afetam o Pacífico e a China?

Novo pacote de tarifas de Trump marca o início de uma era de tensões comerciais. Paquistão, Japão e Coreia do Sul podem se ver forçados a reavaliar suas relações econômicas com os EUA.

Novo governo Trump: foco em interesses concretos e capacidade de poder coercitivo; multilateralismo está em risco.

Pacote de tarifas comerciais: anunciado em 2 de abril, afeta países da bacia do Pacífico, como Japão, Coreia do Sul, China e Vietnã. Destaca-se a indústria automotiva japonesa e o impacto nas economias exportadoras.

Objetivo de Trump: expandir a capacidade de manufatura dos EUA e trazer empregos de volta, embora os consumidores norte-americanos sofram no curto prazo.

Três processos devem ocorrer:

  • Conformação: países se adaptam às novas tarifas, como o Japão, que pode depreciar sua moeda.
  • Enfrentamento: tarifas recíprocas ou contenciosos jurídicos, como sinalizado por México e Canadá contra as políticas de Trump.
  • Diversificação: busca por parcerias e cadeias de suprimento mais seguras e regionais.

Cooperação na bacia do Pacífico: Japão, China e Coreia do Sul realizam cúpula trilateral, sinalizando vontade de aprofundar parcerias.

Impacto das decisões de Trump: saída da Parceria Transpacífica e apoio ao Acordo Regional Econômico Abrangente, que inclui as potências asiáticas.

Novos encontros de grande importância: Malásia reúne China, ASEAN e CCG em cúpula; Xi Jinping visitará a Malásia, Vietnã e Camboja em abril.

Preparação dos países asiáticos: reativas às movimentações do governo Trump, demonstrando flexibilidade em busca de novas alianças.

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