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Opinião | Minha Odete Roitman de 2025 faz shows sertanejos com dinheiro da Lei Rouanet e está no Perse

A nova versão de Odete Roitman traz críticas sociais e mudanças no contexto econômico, refletindo a realidade atual do Brasil. A relação conturbada entre mãe e filho promete criar conflitos que ressoam com os desafios contemporâneos.

Falar mal do Brasil não é legal, disse a autora do remake de Vale Tudo.

A nova versão, com Débora Bloch como Beatriz Segall, será mais construtiva. A autora ressignificou a personagem Odete Roitman, agora com uma empresa de eventos e foco em shows sertanejos.

A antiga empresa de aviação da vilã foi trocada por um modelo que utiliza patrocínios da Lei Rouanet e está no programa Perse, além de receber isenções fiscais.

Odete prefere a fazenda ao lugar onde mora e seu negócio se sustenta com benefícios do Plano Safra e isenções. Ela se mostra conservadora e crítica de figuras como o padre Júlio.

A relação com seu filho, Afonso Roitman, que defende ideias progressistas, será mantida na nova novela. Afonso é advogado e atua em grupo chamado Bordô, defendendo sua profissão.

A novela parece falhar em trazer empatia para Afonso, pois o público simpatiza com Odete. A vilã está preocupada com o fim do Perse neste mês e o Bordô ainda não se manifestou sobre a reforma do Imposto de Renda.

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