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Opinião | Trump, Bolsonaro e um alvo comum: a Justiça

Justiça como guardiã da democracia: a luta contra os ataques a instituições fundamentais nos EUA e no Brasil. A importância do papel do Judiciário na manutenção da ordem constitucional em ambos os países em tempos de crise.

Supremo Tribunal Federal (STF) no Brasil se prepara para julgar ex-presidente e oficiais por tentativa de golpe na mesma semana em que reflexões sobre coincidências entre Brasil e EUA ganham destaque. Assim como nos EUA, a Justiça ocupa a linha de frente na defesa da democracia.

Ambos os países enfrentam ataques tirânicos, e a força do Judiciário é crucial para barrar golpes de Estado e a degradação das leis. No 1º de janeiro, EUA testemunharam a invasão do Capitólio, enquanto no 8 de janeiro, o Brasil vivenciou vandalismo em instituições governamentais sob a influência de Jair Bolsonaro.

Retornando ao poder, Donald Trump tenta autoconferir poderes excessivos, permitindo que Elon Musk, empresário com laços comerciais na China, acesse informações sensíveis do Pentágono. Essa ação levanta preocupações sobre segurança nacional.

Com o Judiciário enfrentando desafios em ambos os países, ele age contra decisões ilegais e se opõe a militarizações autoritárias. O STF já limitou apologia a ditaduras, investigou planos de golpes e se mostra implacável com os responsáveis pela insurreição de 8 de janeiro.

A justiça americana também atua contra as audácias de Trump, incluindo tentativas de desmantelar direitos e estruturas democráticas. Em ambos os casos, a intenção de desnaturar a Justiça transforma tribunais em alvos de ataques políticos.

É fundamental que o Supremo no Brasil, assim como a Suprema Corte nos EUA, se mantenham firmes na (...) punição e / ou contenção de novas investidas autoritárias. Deixes claras evidências de que a Justiça é a guardiã da democracia.

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