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Oposição concorda com Maduro e diz que parte da Guiana pertence à Venezuela

Oposição reafirma compromisso com a soberania da Venezuela sobre o Essequibo, enquanto confrontos diplomáticos aumentam. Líderes criticam governo Maduro e pedem defesa jurídica sólida na Corte Internacional de Justiça.

Compromisso pela Soberania: Líderes opositores María Corina Machado e Edmundo González reafirmaram, em 1º de abril, o compromisso da Venezuela com a soberania sobre o Essequibo, uma região rica em petróleo disputada com a Guiana.

Avisos do Governo: O presidente Nicolás Maduro acusou a oposição de querer "entregar" a região à Guiana. Em resposta, Machado e González declararam: "O Essequibo é da Venezuela e vamos defendê-lo com base em títulos históricos e jurídicos."

Disputa Territorial: A controvérsia territorial, reavivada após descobertas da ExxonMobil há uma década, ganhou novos holofotes com declarações do diplomata Marco Rubio, que advertiu Maduro sobre possíveis consequências de ações contra a Guiana.

Rejeição à Opção Bélica: Em comunicado, a oposição se opôs a qualquer solução militar. A Força Armada da Venezuela alertou que responderia "com firmeza e determinação" a provocações.

Incursão Reportada: A Guiana denunciou uma incursão de um navio militar venezuelano em suas águas, que foi negada pelo governo da Venezuela.

Próximas Eleições: No dia 25 de maio, a Venezuela realizará eleições para escolher autoridades no Essequibo. O governo indicou o almirante Neil Villamizar, ex-comandante da Marinha, como candidato a governador.

Posições Divergentes: A Guiana defende um laudo de 1899 que estabelece as fronteiras atuais, enquanto a Venezuela rejeita essa jurisdição, apoiando um acordo de 1966 que pede uma solução negociada.

Ação da Oposição: Diferente do governo, a oposição clama por uma defesa legal da posição venezuelana junto à Corte Internacional de Justiça, buscando uma abordagem devotada e sem partidismos.

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