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Os autoritários

O julgamento de Bolsonaro e seus aliados representa uma esperança na luta contra a crescente onda autoritária global. Enquanto isso, a situação em Gaza e as ações de Trump revelam como a arbitrariedade pode alimentar ciclos de opressão e conflito.

A redução de Bolsonaro e seus militares golpistas à condição de réus marca um momento legal significativo, trazendo expectativa de reação ao avanço do autoritarismo global.

Até recentemente, o Brasil era visto como uma descrença internacional na sua capacidade de manter ordens livres de opressão. A mudança na imagem do país abre uma pequena possibilidade de resistência à extrema-direita.

Globalmente, o medo do autoritarismo de Trump cresce. Sua decisão recente de impor 25% de impostos sobre carros importados reflete a arbitrariedade de seu governo, surgindo logo após a Tesla perder sua posição para a chinesa BYD.

A resistência nos EUA está crescendo, atingindo até as bases do Partido Republicano. Há uma possibilidade concreta de que Trump enfrente um recuo ou sua queda iminente.

O autoritarismo se caracteriza pela ausência de limites. Exemplo disso é a situação em Gaza, onde o número de mortes por bombardeios israelenses ultrapassa 50.000, com 10.000 desaparecidos. Mais de 200 jornalistas foram mortos, muitos sendo alvos por sua cobertura.

O medo das manifestações da mídia está ligado à influência das organizações judaicas, que exercem forte pressão financeira e social.

Internamente em Gaza, o movimento por um acordo de paz é a maior ameaça ao autoritário Netanyahu, que depende da guerra para manter o poder e evitar acusações de corrupção.

Trump e Netanyahu são aliados de Bolsonaro, sendo considerados autoritários limitados. O voto de recentes delações no Brasil reflete a desconfiança dentro do sistema judicial, especialmente com o ministro Alexandre de Moraes e o voto cauteloso do ministro Luiz Fux.

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