HOME FEEDBACK

Os cinco homens que pautam a economia de Donald Trump

Trump avança com uma agenda econômica radical, aumentando tarifas e reduzindo gastos. A proposta gera incertezas nos mercados, refletindo preocupações sobre uma possível recessão e polêmicas em torno de novas políticas comerciais.

Donald Trump e sua equipe econômica estão tentando remodelar a economia dos EUA, visando uma transição de um gigante do consumo para uma potência manufatureira. A estratégia inclui tarifas agressivas e cortes significativos nos gastos do governo, resultando em quedas nas Bolsas e preocupações sobre desaceleração econômica.

Trump defendeu sua visão, afirmando que a reconstrução do país é essencial. Ele convocou ex-líderes empresariais para liderar essa transformação, mas a nova equipe carece de moderadores como Gary Cohn e Steven Mnuchin.

Entre os principais conselheiros estão:

  • Scott Bessent, secretário do Tesouro, que sinalizou uma falta de apoio ao mercado sob políticas tarifárias.
  • Howard Lutnick, secretário do Comércio, é cético sobre tarifas, mas mantém opiniões privadas.
  • Peter Navarro, conselheiro sênior, é um leal defensor de políticas comerciais agressivas.
  • Stephen Miran, indicado para presidente do Conselho de Assessores Econômicos, propôs um Acordo de Mar-a-Lago para enfraquecer o dólar, gerando preocupações.
  • Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional, expressou otimismo sobre a economia, apesar da incerteza.

A equipe econômica de Trump insiste que os EUA podem precisar enfrentar uma recessão antes de colher os benefícios do que chamam de Trumponomics. No entanto, isso tem causado preocupação entre investidores, que veem as tarifas como destrutivas.

A desconfiança em relação ao novo governo cresce, afetando as expectativas do mercado e levantando questões sobre as políticas não ortodoxas propostas, como a remoção de gastos do governo das medições de PIB e o acordo para enfraquecer o dólar.

Espera-se que, se as tarifas continuarem, o clima de insegurança resultante possa prejudicar a confiança do mercado e a interação dos EUA com seus aliados comerciais.

Leia mais em folha