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PAC: ritmo de obras de R$ 16,7 bi em estados e municípios preocupa governo, a 1 ano da eleição

Governo se preocupa com o atraso em obras do Novo PAC a um ano da eleição, temendo a possibilidade de impactos negativos na corrida pela reeleição. A Casa Civil tenta acelerar o ritmo dos projetos, mas enfrenta desafios devido à burocracia e interesses políticos locais.

Aceleração do PAC: O governo Lula expressa preocupação com o andamento das obras do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), principalmente com a proximidade da eleição de 2026.

Principais preocupações: O ritmo lento e pendências nas obras financiadas pela União podem resultar em um "canteiro de obras inacabadas", usado contra o petista.

Investimentos: O PAC possui vertentes de investimento público e privado, com mais de R$ 1 trilhão previstos, mas a maior preocupação é com os R$ 16,7 bilhões já liberados e não pagos por falta de comprovação.

Casa Civil agiliza processos: A Casa Civil tenta acelerar a liberação de recursos e pressionar estados e municípios, mas a estratégia enfrenta desafios, como a burocracia e interesses políticos locais.

Desempenho nas obras: O Ministério da Educação (MEC) apresenta baixo desempenho, com apenas 4% das obras em execução, enquanto a Saúde tem 73% das obras em andamento.

Ações da Casa Civil: O ministério revê cronogramas, oferece modelos padronizados de licitação e comunicação direta para superar obstáculos nas prefeituras.

Preocupação eleitoral: Lula cobra resultados rápidos de sua equipe, reafirmando que o governo não pode ser um "cemitério de obras paradas" enquanto se aproxima o período eleitoral.

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