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Palestinos deixam Cidade de Gaza após Israel dizer que ofensiva começou

A ofensiva terrestre israelense na Cidade de Gaza provoca novo êxodo de palestinos, enquanto a ONU clama por um cessar-fogo imediato. A tensão aumenta com a convocação de reservistas e a intensificação dos ataques.

Palestinos fogem da Cidade de Gaza devido à ofensiva terrestre do Exército de Israel, iniciada após bombardeios intensos.

Forças israelenses estabeleceram base nos arredores da cidade, que abriga mais de um milhão de palestinos. Israel busca capturar a cidade apesar de críticas internacionais.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pede um cessar-fogo imediato para evitar mortes e destruição.

As tropas já estão operando nas regiões de Zeitoun e Jabalia, preparando a ofensiva aprovada pelo ministro da Defesa, Israel Katz.

Cerca de 60 mil reservistas serão convocados para apoiar a operação, com Netanyahu prometendo acelerar ações contra o terrorismo em Gaza.

O Hamas denunciou Netanyahu por continuar uma "guerra brutal" e afirmou que Israel ignorou propostas de cessar-fogo.

Centenas de milhares de palestinos devem se retirar para abrigo no sul de Gaza devido aos preparativos da ofensiva.

Emmanuel Macron, presidente da França, alertou que o plano pode levar ao desastre regional.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse que a intensificação das hostilidades pode agravar a situação humanitária em Gaza, onde 2,1 milhões de pessoas vivem em condições difíceis.

O governo de Israel visa conquistar toda a Faixa de Gaza após falhas nas negociações com o Hamas.

O porta-voz das Forças de Defesa de Israel afirmou que ações foram iniciadas para controlar áreas e minimizar danos a civis.

O CICV advertiu que a intensificação militar aumentará o sofrimento e poderia ameaçar a vida dos reféns ainda mantidos pelo Hamas.

O Catar e o Egito tentam mediar um acordo de cessar-fogo com uma nova proposta que o Hamas disse ter aceitado, mas Israel exige um acordo abrangente.

A ofensiva israelense é uma reação ao ataque do Hamas em 7 de outubro, resultando na morte de 1,2 mil israelenses e na captura de 251 reféns. Desde então, mais de 62 mil palestinos foram mortos em Gaza, conforme dados do Ministério da Saúde local.

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