Parceria secreta: Entenda o papel oculto dos EUA no conflito entre Rússia e Ucrânia
Parceria secreta entre EUA e Ucrânia tem sido crucial na guerra, fornecendo inteligência e tecnologia para os ataques ucranianos. A colaboração, iniciada antes do retorno de Trump, ajudou a reverter a ofensiva russa e influenciou diretamente as estratégias no campo de batalha.
A guerra na Ucrânia chegou a um ponto de inflexão, com pressão dos EUA para um acordo entre Donald Trump e Vladimir Putin.
Uma parceria secreta entre EUA e Ucrânia foi mantida, com detalhes conhecidos por um pequeno grupo de autoridades. Essa colaboração influenciou as estratégias de guerra e forneceu informações precisas sobre alvos russos.
Task Force Dragon, operação secreta dos EUA, foi criada em Wiesbaden, Alemanha, onde oficiais americanos e ucranianos determinavam alvos diários. Usavam informações de satélites e comunicações interceptadas para localizar forças russas, referindo-se aos alvos como "pontos de interesse".
Os EUA enviaram sistemas de artilharia HIMARS em 2022, aumentando as baixas russas e ajudando a Ucrânia a obter vantagens significativas.
O governo de Joe Biden começou a expandir sua atuação na guerra, rompendo a linha vermelha que impedia ataques dentro da Rússia em 2024. Coordinadas foram permitidas para atacar a região de Kursk, especialmente com a chegada de tropas norte-coreanas. A CIA também apoiou operações específicas, resultando em um ataque a um depósito de munições em Toropets.
Apesar de vitórias iniciais, a contraofensiva ucraniana em 2023 fracassou devido a divisões políticas. O comandante-chefe Valery Zaluzhny defendia um ataque no sul, mas o presidente Volodymyr Zelensky e o general Oleksandr Syrskyi decidiram dividir as forças, resultando em falhas e desgaste das tropas.