Perdões preventivos concedidos por Biden são inválidos devido a assinatura automática, diz Trump
Trump questiona validade de perdões de Biden, alegando uso de autopen. O ex-presidente sinaliza a possibilidade de investigações sobre os envolvidos, mas não apresenta provas.
Donald Trump afirmou que os perdões preventivos concedidos pelo ex-presidente Joe Biden são inválidos, alegando que foram assinados com uma caneta automática (autopen).
A autopen, utilizada para facilitar assinaturas, foi supostamente usada por Biden, mas não há confirmação disso. Trump questionou se Biden tinha conhecimento ou aprovou os perdões, sugerindo que membros do comitê estariam sujeitos a investigação, sem apresentar evidências.
A Constituição dos EUA confere ao presidente o poder exclusivo de conceder perdões, sem possibilidade de rescisão por presidentes subsequentes. Em sua conta na Truth Social, Trump afirmou que os perdões são "nulos" por terem sido feitos com autopen.
Além disso, na Casa Branca, uma imagem alterada foi publicada, removendo o retrato de Biden e substituindo-o por uma imagem da autopen. Trump reiterou sua posição, dizendo que apenas ele assina pessoalmente seus decretos.
Antes de deixar o cargo, Biden concedeu perdões a vários oficiais e ex-funcionários para protegê-los de "processos injustificados". Entre os contemplados estão Mark Milley e Anthony Fauci. Trump criticou esses perdões como sendo para pessoas "muito culpadas de crimes graves".