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Petrobras e Ibama avançam no último teste para liberar perfuração na Foz do Amazonas

Acordo entre Petrobras e Ibama permite avanço na exploração de petróleo na Foz do Amazonas, com simulação de emergência marcada para agosto. Apesar do otimismo de políticos locais, ambientalistas continuam expressando preocupações sobre os impactos climáticos da atividade.

Polêmica na Foz do Amazonas: A exploração de petróleo avança com acordo entre Petrobras e Ibama para realizar a Avaliação Pré-Operacional (APO), simulação de emergência antes da perfuração de um poço na Margem Equatorial.

A APO está planejada para o dia 24 de agosto ou a semana seguinte, mas ajustes logísticos ainda são necessários devido ao difícil acesso da região.

A Petrobras considera a APO como etapa final para obter a licença ambiental. Enquanto isso, organizações ambientalistas se opõem à exploração em área sensível, especialmente antes da COP30 em 2025.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, elogiou o progresso, considerando o teste uma “vitória do Amapá e do Brasil” em direção a um futuro energético sustentável.

A disputa pelo bloco FZA-M-59 começou em 2023 após a negativa do Ibama ao pedido de exploração. O interesse na área aumentou devido a descobertas de óleo e gás em países vizinhos.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, mencionou que há “poucas vozes dissonantes” sobre a licença. A Margem Equatorial é vista como uma das últimas grandes fronteiras petrolíferas do Brasil, que já é o 8º maior produtor de petróleo do mundo.

Contudo, críticos argumentam que a exploração visa aumentar exportações e não atender à demanda interna, o que pode prejudicar as metas climáticas.

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