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PL estuda lançar mulher que pichou estátua com batom em 2026

PL considera candidatura de Débora Rodrigues, acusada de vandalismo durante atos de 8 de Janeiro. A cabeleireira, atualmente em prisão domiciliar, busca liberdade enquanto seu julgamento se arrasta no STF.

Partido Liberal (PL) está considerando lançar Débora Rodrigues, presa por pichar a estátua da Justiça, como candidata nas eleições de 2026.

A cabeleireira, de 39 anos, foi detida em 8 de janeiro de 2023 e passou a cumprir prisão domiciliar em 28 de março de 2025.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, confirmou a intenção de filiar Débora e disse que tentará contatá-la através de seus advogados.

Ela é ré no STF por pichar a estátua "A Justiça" com a frase “perdeu, mané”, do presidente do STF, Roberto Barroso. O julgamento está em andamento, podendo resultar em até 14 anos de prisão.

Débora alegou em recurso que o andamento do processo foi atrasado, mas seu pedido foi negado.

O relator, Alexandre de Moraes, considera Débora culpada de “contribuição ativa” em atos antidemocráticos.

A defesa de Débora argumenta que ela apenas carregava um batom para a pichação e não participou da invasão dos edifícios. Ela está sob prisão preventiva desde 17 de março de 2023.

As consequências de seus atos foram comparadas às imputadas a Jair Bolsonaro e outros 33 acusados de tentar um golpe de Estado em 2022.

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