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Polícia da Colômbia prende supostos autores de atentados que mataram 19

Dois suspeitos de ataques em Cali são presos e interrogados; um deles é irmão de líder de dissidência das Farc. O governo colombiano intensifica o combate ao terrorismo em meio a uma onda de violência crescente.

Dois homens suspeitos de envolvimento em ataques na Colômbia foram interrogados em 23 de setembro, dois dias após a prisão. Walter Esteban Yonda Ipía e Carlos Steven Obando devem receber uma acusação formal em breve.

Segundo o Ministério Público, eles podem ter transportado caminhões com explosivos até a Escola de Aviação Militar Marco Fidel Suárez, em Cali, resultando em seis mortos e mais de 60 feridos. A comunidade os deteve antes da fuga, e a polícia os prendeu com autorização judicial.

O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, atribuiu os ataques à dissidência das Farc, conhecida como Estado Maior Central (EMC), liderada por Iván Mordisco, que não reivindicou a autoria. O presidente Gustavo Petro comparou Mordisco a Pablo Escobar, e suspeita-se que ele esteja fugindo.

Mono Luis, irmão de Mordisco, foi capturado em 22 de setembro durante uma operação em Cundinamarca. Ele é acusado de liderar atividades narcotraficantes para o EMC.

Outro ataque, em Amalfi, foi realizado pela dissidência Estado Maior de Blocos e Frente (EMBF), matando 13 policiais. Esses eventos refletem a crescente violência no país, desafiando a promessa de Paz Total de Petro.

Em junho, vários ataques em Valle del Cauca e Cauca resultaram em mortos e feridos, com Mordisco sendo responsabilizado. O presidente agora pede que as dissidências sejam classificadas como organizações terroristas.

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