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Política de Trump afasta turistas: demanda em hotéis e aéreas dos EUA já cai até 25%

Queda nas reservas de viagens da Europa para os EUA ressalta o impacto das políticas de imigração do presidente Trump. Turistas estão optando por destinos alternativos, como Canadá, América do Sul e Egito, devido à crescente ansiedade e incertezas políticas.

Grupo hoteleiro Accor informa queda de 25% nas reservas de viagens da Europa para os EUA neste verão.

O CEO Sébastien Bazin destaca uma “desaceleração bastante forte” devido à repressão na fronteira promovida pelo presidente Donald Trump.

Viajantes estão optando por outros destinos, como Canadá, América do Sul e Egito.

A Accor possui mais de 45 marcas de hotéis, incluindo SLS, Sofitel e Fairmont. Destaques nos EUA incluem The Plaza em Nova York.

Bazin menciona que a ansiedade de entrar em território desconhecido contribui para essa tendência. Apesar de relatos anedóticos sobre detenções, o ruído negativo impacta as reservas.

Viagens transatlânticas são vitais para companhias aéreas e turismo, mas enfrentam pressão. Turistas americanos cortam gastos, e europeus evitam os EUA por questões políticas.

A Virgin Atlantic Airways alertou sobre a diminuição das viagens dos EUA para o Reino Unido, impactando as ações de companhias aéreas como IAG e British Airways.

Na terça-feira, ações da United Airlines caíram 1,1%, American Airlines 2% e Delta Air Lines 2,1%.

Firmas de análise como Jefferies rebaixaram as ações da Delta e American. A Air Canada reportou queda de 10% nas reservas entre cidades canadenses e norte-americanas.

Essa mudança reflete um boicote maior aos produtos americanos devido às tarifas de Trump.

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