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Previdência complementar não poderá investir em criptomoedas

CMN define novas regras para investimentos de fundos de pensão, proibindo alocação em criptomoedas. A medida visa minimizar riscos e garantir a segurança dos recursos destinados a benefícios previdenciários.

CMN aprova novas regras para investimentos de Entidades Fechadas de Previdência Complementar

Nesta 5ª feira (27.mar.2025), o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução que atualiza as regras para investimentos realizados por Entidades Fechadas de Previdência Complementar.

Uma das principais mudanças é a proibição total do uso de recursos para alocação em ativos virtuais, como criptomoedas, devido às “características específicas de investimento e de risco”.

Os recursos garantidores são ativos financeiros que financiam o pagamento de benefícios previdenciários aos clientes. Exemplos de entidades que administram esses recursos incluem a Previ (Banco do Brasil) e a Funcef (Caixa).

Outras mudanças determinadas pelo CMN:

  • O CMN atua como órgão superior do Sistema Financeiro Nacional.
  • Tem a missão de trabalhar pela estabilidade da moeda e pelo desevolvimento econômico.
  • O colegiado é formado por 3 integrantes, cada um com 1 voto.
  • O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, lidera o conselho.
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