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Principal diferença da operação que mirou combustíveis é bancarização do crime organizado, diz Receita

Autoridades destacam a evolução do crime organizado e a necessidade de novas estratégias para enfrentá-lo. A operação revela a infiltração do PCC no setor de combustíveis, provocando prejuízos bilionários.

Márcia Cecília Meng, superintendente da 8ª região fiscal da Receita Federal, destacou, nesta quinta-feira (28), a bancarização do crime organizado durante uma coletiva de imprensa no Ministério Público de São Paulo.

A Operação Carbono Oculto foi deflagrada com foco em um esquema bilionário de sonegação e fraudes no setor de combustíveis, liderado por integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo Meng, o crime “se infiltrou” na economia formal e “tomou conta” de todos os elos na cadeia de combustíveis.

Ela reforçou a necessidade de os agentes do Estado repensarem sua atuação para combater esse tipo de crime.

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