Príncipe Harry é acusado de assédio e intimidação por presidente de ONG que ajudou a fundar
A controvérsia se intensifica na ONG Sentebale após a renúncia de Harry e a acusação de assédio feita por Sophie Chandauka. A crise interna envolve disputas de poder e alegações de discriminação dentro da organização fundada pelo príncipe.
Príncipe Harry foi acusado de assédio e intimidação pela presidente da ONG Sentebale, Sophie Chandauka, neste sábado (29).
A ONG, fundada por Harry em 2006 em homenagem à princesa Diana, apoia órfãos da Aids na África.
Harry renunciou recentemente ao cargo de padrinho da instituição, mantendo o cargo mesmo após deixar a monarquia britânica em 2020.
A decisão foi em solidariedade a cinco membros do Conselho de Administração que pediram a saída de Chandauka, renunciando coletivamente após um impasse. Chandauka tentou barrar as saídas acionando a Alta Corte de Londres.
Na entrevista à Sky News, Chandauka classificou a atitude de Harry como “assédio e intimidação em larga escala” por divulgar informações prejudiciais sem consultá-la.
Por outro lado, Kelello Lerotholi, ex-membro do Conselho, rejeitou as acusações. Chandauka também denunciou casos de abuso de poder, intimidacão, misoginia e racismo contra mulheres negras na Sentebale.
Harry, que fundou a ONG aos 21 anos, buscou dar continuidade ao legado de sua mãe na luta contra a Aids.
Com informações da AFP